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Capa do livro Sherlock Holmes Sherlock Holmes ARTHUR CONAN DOYLE

Descrição:
Uma caixa com todos os romances e contos de Sherlock Holmes! O mestre do gênero policial sir Arthur Conan Doyle revolucionou o gênero ao criar o sisudo e extravagante detetive que resolve a maioria de seus casos por meio da dedução, e está quase sempre acompanhado do seu fiel escudeiro, Dr. Watson.
Volume um:
"Um estudo em vermelho"
"O sinal dos quatro"
"As aventuras de Sherlock Holmes".
Volume dois:
"Memórias de Sherlock Holmes",
"A volta de Sherlock Holmes"
"O cão de baskervilles".
Volume três:
"O vale do medo",
"Os últimos casos de Sherlock Holmes",
"Histórias de Sherlock Holmes".

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Capa do livro Tiranos: De Hitler a Pol Pot Tiranos: De Hitler a Pol Pot ANTONIO GHIRELLI

Descrição:
O processo de transformação democrática da sociedade, iniciado no Ocidente a partir das revoluções inglesa, francesa e americana, entre os séculos 17 e 18, e complementado a seguir, na segunda metade do século 19, com a generosa mensagem do socialismo, deveria vir a concluir-se no século passado. O que era de se esperar, entre outras coisas, dadas as admiráveis conquistas realizadas pela ciência, tecnologia e comunicações. Um cruel paradoxo da História quis, contudo, que essas mesmas conquistas favorecessem o advento de ditaduras moderníssimas.
Aos olhos de hoje, o século 20 parece ter sido principalmente o dos grandes ditadores, homens de personalidade ambígua e cruel, oradores brilhantes, com grande capacidade de liderança, mestres na arte da propaganda e da mentira, impiedosos em relação aos inimigos e, não raro, em relação aos próprios amigos. O que levou Hitler, Stalin, Mussolini, Mao Tsé-tung, Franco, Pol Pot e Pinochet a se tornarem figuras emblemáticas? O que podem ter em comum essas personalidades aparentemente tão díspares e que, muitas vezes, gozaram da cumplicidade tácita, do apoio ou até mesmo do afeto dos povos que dominaram? O jornalista Antonio Ghirelli tenta responder a estas questões, relendo a história do século findo e desenhando uma inquietante galeria de retratos desses "demônios do poder", autores de algumas das páginas mais negras de toda a História recente. O estilo simples, quase jornalístico, do autor torna sua obra acessível a um público amplo.
Segundo Ghirelli, o elenco de tiranos não se reduz aos sete que figuram no livro. Para aumentar esse grupo não haveria a menor dificuldade de escolha: entre a Indonésia e os Bálcãs, o Japão do micado e a Argentina dos generais, a África do Sul dos racistas brancos e a África dos alucinados Napoleões negros. Ele limitou-se, no entanto, aos nomes mais simbólicos das duas ideologias contrapostas - a direita e a esquerda. Estudos e trabalhos foram feitos analisando cada uma das tiranias em separado. É, porém, surpreendente perceber que, sob princípios, ideologias ou mesmo resultados os mais diversos ou até opostos, há entre elas denominadores comuns. E mais surpreendente ainda reconhecer, graças a essa visão em conjunto, que é ingênuo supor que o mito da "raça pura", a crença fanatizada na grandeza da nação ou na "superioridade" de algum grupo ficaram no passado.

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Capa do livro Alexandre, o Grande Alexandre, o Grande CLAUDE MOSSE

Descrição:
Poucos homens na história insuflaram tanto as imaginações quanto Alexandre, o Grande, o conquistador originário da relativamente pequena Macedônia que, em pouco mais de dez anos (de 334 a 323 a.C.), apoderou-se do imenso império persa de Dario e conduziu seu exército até as fronteiras desconhecidas da Ásia Central e da Índia. Imbuído de leituras de Homero, mas capaz também de atos insensatos como a destruição de Tebas e a queima e o saque de Persépolis, Alexandre inovou do ponto de vista administrativo e do tratamento dispensado aos vencidos, integrou os persas e outros povos conquistados numa política de domínio "branda" em busca de uma inusitada fusão étnica, inclusive por meio de uma determinação de casamentos mistos que seria aplicada por ele mesmo e vários de seus próximos em suas vidas pessoais. Terá sido Alexandre bem-sucedido nesta grande empreitada? Após sua morte, o fabuloso império foi arruinado, vítima da ambição de seus generais. Porém, seu breve reinado marcou uma ruptura na bacia oriental do Mediterrâneo. Ruptura política com o nascimento da monarquia helenística herdada da cultura grega e, ao mesmo tempo, cultural, com o desenvolvimento de novas formas de pensamento e de sincretismo religioso nascidos em Alexandria, cidade que, como tantas outras, fundou como guarnição militar no Egito recém-conquistado, mas que em algumas décadas se tornaria a maior, mais criativa e mais esplendorosa cidade daquela época. Abordando num primeiro momento a sucessão dos acontecimentos e os debates sobre a verdadeira personalidade de Alexandre, a historiadora Claude Mossé se propõe a seguir passo a passo a evolução da imagem do soberano através dos séculos. Os recentes debates sobre sua vida pessoal demonstram a vivacidade do mito em torno dessa figura por tantos louvada. De ilustre descendente de Zeus a monarca absoluto, de modelo de Luís XIV e tantos outros, passando pelo valente cavaleiro cristão e rei filósofo de árabes e judeus, a autora compartilha conosco o destino desse herói mítico ora endeusado, ora demonizado, mas que mudaria as feições do mundo antigo. O lançamento no Brasil da biografia histórica e comentada Alexandre, o Grande, acontece no momento em que a superprodução cinematográfica do diretor Oliver Stone estréia nos cinemas de todo o mundo. E se nas telas a imagem de Alexandre parece um tanto superficial e sensacionalista, o livro a recoloca em sua devida perspectiva histórica.

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Capa do livro Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, A ANNA KATHARINA EMMERICK

Descrição:
Antes do filme, houve uma história... Essa é justamente a história que os leitores encontrarão no livro A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, de Anna Katharina Emmerick, que é a descrição fiel das visões que a própria autora teve sobre as últimas doze horas da vida de Jesus Cristo, enquanto era duramente castigado pelos juízes que o condenaram à morte. A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo consegue nos prender e emocionar por mais do que as duas horas do filme, que se baseou nesta obra, juntamente com o livro sobre a vida da Virgem Maria, de autoria de Anna Katharina, e alguns dos Evangelhos Bíblicos dos Apóstolos. Mel Gibson, em seu filme "A Paixão de Cristo", conseguiu, sem dúvida, transportar para as telas todo o sofrimento do homem que pagou os pecados da humanidade com sua própria dor. Mas nenhuma adaptação para o cinema consegue reproduzir integralmente o livro que lhe serviu de inspiração. Na obra, conhecemos todos os detalhes das suas impressionantes visões sobre A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, além de vivenciarmos a forma como a Veneranda lidou com todo o sofrimento durante sua vida de completa doação e extrema bondade.

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Capa do livro Clone de Cristo: à Sua Imagem, O Clone de Cristo: à Sua Imagem, O JAMES BEAUSEIGNEUR

Descrição:
O romance parte de uma inusitada mistura entre religião e ciência: a possibilidade da clonagem de Jesus Cristo. A partir daí, a história se desenrola de forma vertiginosa. Seria o Apocalipse? Quais seriam as conseqüências para a humanidade?

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Capa do livro Clone de Cristo: Nascimento de uma Era, O Clone de Cristo: Nascimento de uma Era, O JAMES BEAUSEIGNEUR

Descrição:
Livro dois da trilogia "O clone de Cristo". No romance, Chistopher Goodman, clonado das células de Jesus Cristo no santo Sudário, passou por dois holocaustos nucleares que mataram 750 milhões de pessoas. Agora, outra ameaça pode aniquilar a Terra. Três asteróides estão vindo de encontro ao planeta e só ele poderá salvar a humanidade.

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Capa do livro Clone de Cristo: Atos de Deus III, O Clone de Cristo: Atos de Deus III, O JAMES BEAUSEIGNEUR

Descrição:
No livro III da Trilogia "O clone Cristo", o ano é 2023, o despertar da Nova Era. Depois de seis milênios de estagnação, a humanidade aproxima-se do último passo para sua evolução final. Mas isto custará muito caro. Pela África, Oriente médio, Europa, Ásia e Índia, um terço da população mundial já está morta. O Oceano Pacífico torna-se estéril. As florestas do Norte e Sul da América estão dissipando-se com as queimadas e deixando assim os solos improdutivos. A América Central é reduzida a entulho. Aqueles que sobrevivem tem de enfrentar uma escolha difícil: seguir a Christopher Goodman, o Messias da Nova Era, clone de Jesus Cristo, ou entregar-se a essa visão de mundo que forjou a destruição do planeta e seduziu a raça humana à paralisia evolucionária.

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